terça-feira, 17 de março de 2009

DIA 22 DE MARÇO - DIA MUNDIAL DA ÁGUA

A Prefeitura Municipal de Araçatuba, através de sua Secretaria de Desenvolvimento Econômico e de seu Departamento de Proteção Ambiental estará realizando entre os dias 22 a 28 de março próximos, a Semana Regional das Águas em comemoração ao Dia Mundial da Água, nosso bem finito mais precioso.

Com uma programação que se caracteriza pela multiplicidade de eventos e de entidades participantes, a Semana Regional das Águas promete ser um grande acontecimento preservacionista que atingirá a todas as classes sociais e faixas etárias. A programação vai desde fóruns, palestras, oficinas, passeios ecológicos, mini-cursos, atividades esportivas e atividades culturais como música, teatro, dança, contação de histórias, etc...
Falar em água é falar do Rio Tietê, o rio dos paulistas, e pra falar do Rio Tietê de uma maneira lúdica e descontraída, é só chamar a Trupe Cobra D’água com seu musical “As aventuras do Rio Tietê, espetáculo que já foi visto por um público de mais de 11.000 pessoas.
Dessa forma, os organizadores da Semana Regional das Águas convidaram a Trupe Cobra D’água para se apresentarem na Praça João Pessoa no dia 22 de março, às 20h00, entrada grátis, com o espetáculo musical “As Aventuras do Rio Tietê”, evento que promete música, encantamento e diversão certa para toda a família.
Prestigie os eventos da Semana Regional das Águas. Maiores informações sobre a programação acesse o site da Prefeitura: http://www.aracatuba.sp.gov.br/

sexta-feira, 6 de março de 2009

TRUPE COBRA D’ÁGUA INICIA NOVA TURNÊ

A Trupe Cobra D’água, representada por sua produtora executiva, a arquiteta urbanista Selma Figueiredo Rico assinou no dia 05 de março passado juntamente com o Engº José Luiz Fares, presidente da AEAN – Associação dos Engenheiros e Arquitetos da Alta Noroeste, o contrato com o FEHIDRO – Fundo Estadual de Recursos Hídricos para a liberação dos recursos financeiros que possibilitarão o início da Etapa II do Projeto PREA – Práticas Regionais de Educação Ambiental do Baixo Tietê, projeto da AEAN em parceria com o Comitê da Bacia Hidrográfica do Baixo Tietê.
Com recursos liberados a fundo perdido da ordem de R$49.650,00, a Trupe Cobra D’água inicia a nova turnê do musical “As aventuras do Rio Tietê” já no mês de abril, dessa vez se apresentando nas cidades de José Bonifácio, Monções, Nipoã, Nova Castilho, Nova Luzitânia, Planalto, Poloni, Promissão, Sud Menucci, Ubarana, União Paulista e Zacarias. Ao todo a Trupe Cobra D’água percorrerá em torno de 2.000 quilômetros e atenderá um público de aproximadamente 4.800 crianças de 06 a 12 anos das escolas públicas.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

TRUPE COBRA D´ÁGUA É NOTÍCIA

As Aventuras do Rio Tietê, espetáculo ambientalista que a Trupe Cobra D’água vem desenvolvendo em escolas das redes oficial e privada de ensino vem se destacando de tal forma no estado, não somente pelo ineditismo da proposta cênica, mas também pela belíssima mensagem de esperança na preservação do Rio dos Paulistas, o Tietê, que foi pauta da matéria sobre cultura de importante publicação do SIESP - Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo, a Revista Escola Particular, de circulação entre todas as unidades sindicalizadas.

Leia a reportagem na íntegra clicando sobre as imagens.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

BALANÇO FINAL DO ANO

Então, o ano terminou e um novo começou. No balanço das realizações, a Trupe Cobra D’água só tem a comemorar. Venceu a cara sisuda do Comitê da Bacia do Baixo Tietê e literalmente colocou os membros do Comitê no meio do circo e no meio da rua. Foram 21 cidades visitadas no Projeto PREA 1 e mais um monte de apresentações extras. Parceiros de grande importância como o SESC, o Rotary e a Usina Diana surgiram e a participação do grupo em festivais de teatro como o de Penápolis e o de Araçatuba mostraram novos rumos a seguir e pontos a melhorar. Passamos o ano em meio às nossas apresentações, mas também no preparo do novo Projeto PREA 2, para mais 12 cidades. Dessa vez a batalha para aprovação junto ao Comitê foi mais tranqüila pois aliados de peso se solidarizaram à Trupe. Logo no finalzinho do ano duas boas notícias: a prestação de contas do Projeto PREA 1 foi aprovada e o Agente Técnico do FEHIDRO aprovou o Projeto PREA 2, o que nos fará iniciar o ano de 2009 com o circo na rua. O Projeto PREA 3 já está sendo preparado para atendermos as 11 últimas cidades do Baixo Tietê, só então a Trupe Cobra D’água poderá dizer que cumpriu sua missão com todas as cidades do Baixo Tietê no que diz respeito ao Projeto PREA - Práticas Regionais de Educação Ambiental que deu origem ao musical As aventuras do Rio Tietê. E depois? Depois é futuro e como disse Sócrates: “Todo sofrimento psicológico é fictício, porque ou está armazenado na memória do passado, ou na imaginação do futuro, porque ambos são apenas virtuais... O passado já passou e o futuro ainda não chegou!!!O único momento real é o presente, e nele reside a eternidade!”.
-ONDE VOCÊ ESTÁ?-Aqui.
-QUE HORAS SÃO?-Agora.
-QUEM É VOCÊ?-Esse momento!
Feliz novo ano a todos!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

CADÊ A GRANA PRÁ CULTURA?

Esta é uma pergunta de difícil resposta já que depende prá quem ela é dirigida. Se ela for feita para um político qualquer, ele vai lhe dizer que elas estão todas nas mãos dele, as controla, que ele sabe o caminho das pedras e pronto. E aí, salvo raríssimas exceções, você fica lá ensaiando e esperando....esperando... Se você perguntar a um burocrata ligado aos órgãos públicos, ele muito possivelmente lhe responderá que as verbas já estão comprometidas, que o PPA - Plano Plurianual, instrumento legal que estabelece diretrizes, objetivos e metas da administração pública por um prazo de quatro anos, já foi aprovado e que todas as verbas estão comprometidas. Então você fica pensando, será que dentre essas diretrizes, objetivos e metas não cabe o meu projeto? Claro que cabe, talvez o que falte a você não é uma boa idéia, mas sim um bom projeto e no papel. Essa é a maior deficiência do artista brasileiro: colocar no papel o projeto com todos os requisitos técnicos necessários, como objetivos, metodologia, metas, prazos, cronogramas, público alvo, plano de custeio, contrapartidas, verificação dos resultados, e por aí vai. Claro que nesse país, depois que você teve uma grande idéia e o transformou em um brilhante projeto atendendo a todos os requisitos dos órgãos concedentes de crédito, você deve se preparar prá uma longa batalha de complementação de documentos e um grande número de exigências não previstas, até a assinatura do contrato e a concessão do crédito. Pronto, agora com seu projeto aprovado você vai finalmente começar a gastar os recursos para viabilizar a sua montagem teatral, seu filme ou show. Começa então uma nova batalha: as imposições da Lei 8666 que regulamenta todo processo de compra e contratações empregando-se dinheiro público. É uma papelada sem fim, mas você, determinado a vencer a burocracia vai em frente e aprendendo com o tempo, vai conseguindo liberar uma a uma, as verbas de acordo com o cronograma físico-financeiro que estabeleceu para seu projeto. Dia da estréia, sucesso total, sentimento de realização...ufa!... e aí vem a última etapa: a prestação de contas com o Tribunal de Contas da União. Se você seguiu corretamente a Lei Nº 8666, não tem com que se preocupar, se não, prepare-se para os piores dias de sua vida. Dessa forma, qualquer artista que pretenda viabilizar o seu projeto através de recursos financeiros concedidos por entidades públicas, fundações ou institutos, deve se preparar para compatibilizar eficiência, perseverança, e legalidade. A Trupe Cobra D’água, após 10 meses da liberação da primeira parcela do contrato que viabilizou os recursos para o projeto PREA – Práticas Regionais de Educação Ambiental do Baixo Tietê – Etapa I, encerra em tempo recorde o convênio com o FEHIDRO, tendo executado todas as apresentações nas 19 cidades previstas, atendendo a um público alvo de aproximadamente 10.000 pessoas e com todas as suas contas aprovadas pelo Tribunal de Contas e SECOFEHIDRO, fato que a credencia para assinar, ainda este ano, o contrato da Etapa 2, já aprovada, quando então se apresentará em mais 12 cidades. Respeitável público....., senhoras, senhores, meninas e meninos....a Trupe Cobra D’água estará, em breve, na estrada outra vez.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Trupe Cobra D'água finaliza a Etapa I

Quando iniciamos nossa jornada, não imaginávamos que teríamos tantos desafios pela frente. Dentre todos os desafios que teríamos que enfrentar, certamente o maior deles, foi o estabelecimento das regras internas de bom convívio entre os membros da Trupe. Artistas são pessoas especiais e pessoas frágeis. É bom que sejam sensíveis e que tenham essa capacidade vibrátil porque são pessoas que têm que ter uma capacidade de observação, de atenção e de sensibilidade ao mundo e a si próprias muito afinada. Por isso, às vezes é complicado trabalhar com artistas porque são pessoas cujos problemas artísticos ocupam toda a sua existência. Freqüentemente, o hobby deles é ver a arte dos outros, e daí... Pois bem, apesar dos desafios que enfrentamos, o que valeu mesmo foi a possibilidade de superá-los e a alegria e os sorrisos arremessados à Trupe, durante o espetáculo e ao final de cada apresentação. Foi a mão estendida das crianças e o abraço pequenino durante as incontáveis sessões de fotografias tiradas em máquinas que produziram imagens que não veremos nunca, mas que em nós deixou indelével marca e a consciência de que, por alguns momentos, fizemos a diferença. A Trupe Cobra D’água agradece a todos os Organizadores Locais dos 19 municípios visitados e espera que a semente plantada seja regada e frutifique sob a forma de cidadãos eco-responsáveis. Um jato de Luz a todos e até um dia.

Em Avanhandava, um "mar de cabeças"...

Diferentemente de outros locais por onde se apresentou a Trupe Cobra D’água, o organizador local em Avanhandava não foi a Prefeitura, mas a Usina Diana Açúcar e Álcool, que se localiza no município. Responsável pela logística do espetáculo, a Usina Diana, através dos seus departamentos de Meio Ambiente e de Recursos Humanos, mobilizou o maior público de todas as apresentações da Trupe Cobra D’água lotando a praça da Igreja com aproximadamente 1.500 pessoas. Assim que terminou a missa das 20h00, o Padre Moreno falou aos fiéis sobre o espetáculo que ocorreria a seguir na praça e chamou para fazer o uso da palavra, o Dirigente de Ensino da Região de Penápolis, o professor João Barbosa, que falou aos presentes sobre as particularidades do musical e a sua importância para a educação ambiental de crianças e adolescentes. O que se viu a seguir foi a praça ser completamente tomada por um grande público que atentamente assistiu todo o espetáculo. Após o término da apresentação do musical, a Usina Diana juntamente com a Trupe Cobra D’água fez o sorteio de brindes aos presentes fechando com sucesso a Etapa I do Projeto PREA – Práticas Regionais de Educação Ambiental do Comitê da Bacia do Baixo Tietê. Valeu Diana.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Os teatros das pequenas cidades.

Se o ator é o elemento fundamental no teatro, ele não poderia existir sem um espaço onde se desenvolver. Podemos definir o teatro como um espaço em que estão juntos os que olham e os que são olhados, e a cena como o espaço dos corpos em movimento. O espaço teatral compreende atores e espectadores, definindo certa relação entre eles. O espaço cênico é o espaço próprio aos atores e ele pode estar em um terreno baldio, uma praça, um pedaço de rua ou um teatro formal. Quando um grupo de teatro amador prepara um espetáculo para ser apresentado em diversas cidades, uma das grandes preocupações, dentre as muitas que ocorrem em qualquer montagem, é com relação ao tamanho dos cenários, isto porque os teatros das pequenas cidades brasileiras, quando existem, se constituem invariavelmente no maior desafio a ser enfrentado pelos artistas e cenógrafos. Construídos em sua maioria atendendo ao estilo do Teatro Italiano, que se caracteriza pela disposição frontal da platéia ao palco, palco delimitado pela boca de cena e sua conseqüente cortina e a presença da caixa cênica geralmente sem urdimento, coxias e varandas, esses teatros são, em verdade, resultantes de projetos elaborados por quem desconhece tecnicamente o assunto. Quando um município se propõe a construir um teatro, deve fazê-lo de maneira a atender ao maior número possível de usos como para música, para palestras, reuniões, congressos, formaturas, projeções de filmes, dança e claro, teatro. Nesse sentido, somente o espaço arquitetônico destinado às apresentações teatrais permite tecnicamente a ocorrência dos demais usos, já que o teatro exige uma relação entre boca de cena e profundidade tal que permite a utilização do espaço cênico para qualquer atividade cultural. O tamanho da platéia é outro assunto. O teatro nunca está fora da cidade: o espaço teatral é dependente do lugar teatral, ele próprio é definido pelo seu tipo de inserção na cidade. Se seus moradores têm o hábito de freqüentar o teatro, sua platéia deverá ser grande, se não, pequena. Se a relação entre o custo construtivo para se fazer a platéia é de quase 30% a mais do que o custo construtivo do espaço cênico; devido a platéia demandar movimentação de terras, construção de pisos em declives; cabe aqui uma pergunta: porque a maioria dos teatros das pequenas cidades do interior privilegiam a construção de teatros com platéias de 200 a 300 lugares para um espaço cênico inadequado à apresentações de dança, de teatro e outras manifestações culturais que necessitam de um espaço cênico mínimo de 12 metros comprimento por 10 metros de profundidade? A resposta é óbvia e só não vê quem não conhece de teatro: é porque quem projeta esses teatros desconhece o teatro, sua técnica específica e as necessidades dos profissionais dessa arte e encaram a tarefa de projetá-los como um quebra-cabeças de caráter puramente geométrico e econômico. Um recado aos profissionais da engenharia e arquitetura que se dispõem a projetar um teatro: visite um teatro, pise em um palco, ande pelos bastidores e seus camarins, suba no urdimento e em suas varandas e por fim, converse com alguns atores e bailarinos, depois sim, comece a projetar. Lembre-se que só faz bem feito quem conhece sobre aquilo que está fazendo.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Desrespeito, ignorância ou burrice?

Em todo o show business, existe uma classe de profissionais que se chama “Produtor Executivo” cuja missão é botar a mão na massa, resolvendo ou equacionando as problemáticas ou necessidades para que o evento ou projeto aconteça. Pode ser um show, um filme, ou uma peça de teatro, amador ou profissional. Quando alguma coisa dá errada, imediatamente ouve-se o grito: Ô produção..!? , que significa resolva já esse problema. É corriqueiro as companhias de teatro amador chegarem a uma cidade e não encontrarem as condições técnicas e humanas que foram solicitadas antecipadamente pela Produção Executiva, seja porque aquele com quem a Produção Executiva fez o contato, geralmente alguém que ocupa cargo na Prefeitura ou no Estado saiu em férias e não deixou nada organizado ou então não deixou seu substituto avisado do que iria acontecer ou até mesmo porque o contato é incompetente e não se mexeu mesmo. Nesses momentos, poucos são os que assumem a culpa que acaba sobrando para a Produção Executiva. No caso da Trupe Cobra D’água, houve ocasião em que a apresentação teve que ser feita em um pátio pequeno porque a chave da quadra estava com um professor ausente naquele período. Coube aos membros da Trupe carregarem todas as mesas e bancos para liberarem o espaço. Outro caso foi a apresentação ter que ser feita em um refeitório porque o pátio tinha as medidas necessárias, mas era em declive e repleto de colunas. Também a Trupe teve de carregar os bancos e mesas para liberar o espaço. Em outra oportunidade o espaço era ideal no entanto os restos da quermesse feita no dia anterior ainda estavam no chão. Sobrou prá trupe os serviços de varrição do local, não é Angela e Tânia? De todos esses pequenos contratempos, facilmente contornados pelos artistas que arregaçam as mangas e partem pro trabalho, o que mais entristece as companhias de teatro é a falta de providências do organizador local no que diz respeito à divulgação do espetáculo. Nada é tão ruim para o artista quanto a falta do público pois quando um artista se apresenta ele não visa somente os aplausos, mas também a possibilidade de formação de novos públicos consumidores de arte. Sendo assim, quando uma cidade ganha um espetáculo gratuito, como é o caso das “Aventuras do Rio Tietê”, o mínimo que se espera do organizador local, além de bem tratar os artistas, é conceder-lhes o aparato solicitado e principalmente procurar, de todas as formas, atrair o público para o local. Quando a prefeitura ou o organizador local não age dessa maneira, atesta que, além de desrespeitar a classe artística, o faz também com a sua comunidade pois cerceia-lhes o direito ao lazer e à informação, ignora a importância da cultura para a formação intelectual de seu povo e por fim atesta que a burrice é o que baliza o seu dia-a-dia.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Respeitávellllll público....

"As aventuras do Rio Tietê"

As Aventuras do Rio Tietê é um musical infantil que faz parte do Projeto PREA - Práticas Regionais de Educação Ambiental elaborado pela AEAN - Associação dos Engenheiros e Arquitetos da Alta Noroeste e aprovado pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Baixo Tietê para ser apresentado nos 42 municípios que compõem a região do Baixo Tietê. No decorrer da saga entre o menino Tietê e os personagens que o acompanham em sua longa trajetória até a foz, conceitos de educação ambiental, cidadania e consumo responsável são repassados às crianças, de uma forma alegre e descontraída, porém sem abandonar a seriedade e o objetivo principal do projeto que é a construção de futuros cidadãos eco-responsáveis.

F I C H A T É C N I C A

Nome: AS AVENTURAS DO RIO TIETÊ

Registro SBAT: Peça Nº10.980

Categoria: Musical Infantil

Duração: 40 minutos

Autor do texto: Mauro Rico

Selma de Fátima Figueiredo Rico : Produção / Direção Executiva / Direção de Educação Ambiental

Alexandre Melinsky : Direção Teatral / Maquiagem

Pedro Paulo Dibo D’antonio : Direção Musical

Angela Gomes : Figurinos

Trupe Cobra D’água: Cenário

Mauro Rico: Artes Gráficas

Edmar De Morais : Técnico Som & Luz

Rita Menezes: Assistente de Produção

Carla Novaes : Assistente de Produção

Ed Carlos : Contra-regra

Celso Francisco da Cunha : Serralheiro

Luis Gustavo da Silva : Serralheiro

Francisco Enéas de Oliveira : Tapeceiro

Rachel Barbosa Benedicto : Artesã

Maria Helena Suart : Costureira

Dimar Maciel de Oliveira Costa : Costureira

Zelina Alves Guimarães : Costureira

Marcos Melo : Aderecista

Mathias Lourenço de Moura : Transporte

ATORES / PERSONAGENS

Alexandre Melinsky - Apresentador, Montanha, Indústria, Hidrelétrica, Paraná

Angela Gomes - Lavadeira, Comitê

César Menezes - Elemento Ar

Marco Antonio de Oliveira Queiróz (Querô)- Elemento Terra

Mauro Rico - Elemento Fogo

Pedro Paulo Dibo D’antonio (Pepa) - Elemento Água

Tânia Antunes - Tietê

MÚSICAS

Tetramentos da Natureza: Mauro Rico

Rap da Viagem : Mauro Rico / Pepa / César Menezes / Querô

Espumando de Raiva: Mauro Rico

Energia: Mauro Rico

Peixes, Homens e Barcos (instrumental) - César Menezes / Mauro Rico

Clareza: Mauro Rico

O Comitê: (instrumental): Querô / Mauro Rico / César Menezes / Pepa

Saudades do Tietê: César Menezes / Rita Menezes / Reinaldo Penteado

Andei (instrumental): Mauro Rico

Ciclo das Águas: Mauro Rico

Cobras D'água? Somos nós!

ALEXANDRE MELINSKY: 36 anos, brasileiro, solteiro, funcionário público municipal, ator e diretor de teatro tendo participado e ganho inúmeros festivais de teatro amador nas categorias Direção, Melhor Espetáculo e Melhor Ator. Sua função no grupo é: Direção Teatral, Maquiagem , Ator. ANGELA GOMES: 45 anos, brasileira, divorciada, pedagoga, arte-educadora, presta serviços como arte-educadora para as principais escolas particulares da região e realiza Woakshops para a ASSAOC - Associação Amigos das Oficinas Culturais do Estado de São Paulo. Sua função no grupo é: Atriz e Figurinista. CARLA NOVAES: 35 anos, brasileira, casada, esteticista. Sua função no grupo é: Assistente de produção. CEZAR MENEZES: 47 anos, brasileiro, casado, compositor, cantor e violonista, é músico profissional desde os 17 anos tendo participado e ganho vários festivais de música popular. Sua banda é a Companhia & Música. Sua função no grupo é: Cantor, Compositor, Músico (violonista) e Ator. ED CARLOS: 27 anos, brasileiro, solteiro, ator. Sua função no grupo é: Contra-Regra. EDMAR DE MORAIS: 37 anos, brasileiro, casado, Operador de Som e Luz da Prefeitura Municipal de Araçatuba, ganhou o prêmio de Melhor Iluminador de Teatro Amador do Estado de São Paulo, durante o Festival de Teatro Amador do Estado de São Paulo, em 1999. Sua função no grupo é: Técnico de Som, Luz e Cenografia. MAURO RICO: 54 anos, brasileiro, casado, arquiteto e urbanista, roteirista, vídeo maker, programador visual, compositor, cantor, contrabaixista, violonista, violista, participa do cenário musical como profissional desde os 17 anos, tendo músicas de sua autoria gravadas e participado da gravação de CDs como instrumentista. Sua banda é a Companhia & Música. Sua função no grupo é: Autor do Texto, Compositor, Músico (contrabaixista), Cantor, Designer e Ator. PEPA - PEDRO PAULO DIBO: 45 anos, brasileiro, casado, professor de música, cantor, compositor, baterista é músico profissional desde os 18 anos, tento participado da gravação de CDs como instrumentista. Sua banda é a Companhia & Música. Sua função no grupo é: Diretor Musical, Cantor, Compositor, Músico (baterista) e Ator. QUERÔ – MARCO ANTONIO QUEIRÓZ: 44 anos, brasileiro, casado, compositor, cantor, guitarrista, gaitista e percussionista, é músico profissional desde 22 anos, tendo participado da gravação de CDs como instrumentista. Sua banda é a Companhia & MúsicaSua função no grupo é: Cantor, Músico (guitarrista e gaitista) e Ator. RITA MENEZES: 41 anos, brasileira, casada, Produtora de Eventos. Sua função no grupo é: Assistente de Produção. SELMA DE FÁTIMA FIGUEIREDO RICO: 50 anos, brasileira, casada, funcionária pública municipal, arquiteta e urbanista, educadora sócioambiental, pós graduada em Educação Ambiental, Meio Ambiente e Energia, produtora executiva do vídeo “Tietê, onde estão tuas tietes” – Ministério do Meio Ambiente/Rotary Club de Araçatuba/Prefeitura Municipal de Araçatuba. Sua função no grupo é: Produção / Direção Executiva / Direção de Educação Ambiental. TANIA ANTUNES: 45 anos, brasileira, solteira, arte-educadora das redes Oficial e Particular de Ensino desde 1986, realiza Workshops para ASSAOC - Associação Amigos das Oficinas Culturais do Estado de São Paulo, é atriz e contadora de histórias. Sua função no grupo é: Atriz.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Pelas longas estradas da vida...

Uma vez definido que o Rio Tietê seria o foco principal do projeto sob a forma de um musical, era a hora de convidar as pessoas certas para realizar o projeto.
Claro que na Capital do Boi Gordo, pouca coisa acontece ou se cria longe de uma churrasqueira, certo?
Marcado o churrasco na casa do Mauro Rico para o dia 06 de janeiro de 2006, Dia de Reis, apareceram o César Menezes, o Querô, a Carla Novaes, o Pepa, a Daiane, o Edmar Morais, a Tânia Antunes, o Alexandre Melinsky e o Marcos Melo.
Na ocasião, entre uma picanha e outra assada pelo anfitrião, a produtora Selma Rico explicou o projeto, seus entraves, dificuldades e a longa caminhada que viria.
Todos aderiram ao projeto, embora o texto não estivesse pronto, as músicas não estavam compostas e os recursos deveriam ainda ser objeto de uma grande batalha até a aprovação final do projeto no Comitê da Bacia Hidrográfica do Baixo Tietê.
Preparado pelos arquitetos Mauro Rico e Selma Rico, o projeto recebeu o nome de Projeto PREA - Práticas Regionais de Educação Ambiental do Baixo Tietê e seria apresentado ao Comitê do Baixo Tietê pela AEAN - Associação dos Engenheiros e Arquitetos da Alta Noroeste, com sede em Araçatuba-SP.
O Projeto PREA previa a apresentação do musical nos 42 municípios que fazem parte da Bacia Hidrográfica do Baixo Tietê, principalmente em escolas da periferia para crianças de 7 a 12 anos.
A partir daí, o que se seguiu foi um verdadeiro pandemônio e o projeto se viu bombardeado por críticas descabidas feitas por algumas pessoas que, sem a menor sensibilidade artística, não compreendiam ou não queriam compreender, a importância da arte na educação ambiental.
Finalmente, após a aprovação pela Assembléia do Comitê do Baixo Tietê para atender somente 19 municípios, no dia 29 de junho de 2006, o projeto foi aprovado pelo FEHIDRO.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Tietê, onde estão tuas tiétes?

Durante os anos de 1994 e 1995, a arquiteta e ambientalista Selma Rico aprovou no Fundo Nacional do Meio Ambiente, um projeto para a realização de um filme em vídeo intitulado "Tietê, onde estão tuas tiétes" tendo como proponente o Rotary Club de Araçatuba com parceria da Prefeitura Municipal de Araçatuba.
Após uma profunda pesquisa bibliográfica sobre o Tietê, Selma Rico percorreu, juntamente com sua equipe, os 1125 km do rio Tietê, desde a sua nascente em Salesópolis até a sua fóz em seu encontro com o Rio Paraná, na cidade de Itapura, não ficando um metro de rio que não fosse visitado, fotografado, filmado e suas águas coletadas para análise.
Depois da estréia do filme no dia 14 de novembro de 1996 e a farta distribuição de mais de 1.000 cópias a vários países onde o Rotary tem suas bases, esses dados permaneceram à disposição para consulta através do Banco de Dados de Turismo do Baixo Tietê, em Araçatuba.
Foram eses dados que apontaram a prioridade ambiental e o rumo a ser seguido. Mesmo com todos os milhões gastos no Projeto Tietê, mesmo com a atuação dos Comitês de Bacia, o velho rio Tietê continua agonizando.
Foi então que deu-se início em janeiro de 2006 a realização de um novo projeto: "As aventuras do Rio Tietê".

terça-feira, 15 de abril de 2008

O início

Em julho de 2004 a Banda Companhia & Música formada por (da esquerda para direita) Querô (guitarra - gaita - vocal), Mauro Rico (contrabaixo) e Daniel Sécolo (bateria) e César Menezes (violão - vocal) foi convidada a animar a festa de confraternização do I Encontro dos Comitês das Bacia Hidrográficas do Estado de São Paulo, na cidade de Praia Grande - SP.

Na viagem, de volta para Araçatuba, enquanto Querô e Daniel dormiam no banco de trás, César Menezes e Mauro Rico embalados pelo teor dos debates e palestras durante o Encontro, conversaram sobre a importância de se fazer um trabalho de sensibilização ambiental para crianças e adolescentes que fugisse dos meios tradicionalmente conhecidos como as cartilhas, gibis, vídeos e outros elementos e as possibilidades da obtenção de recursos financeiros junto ao Comitê da Bacia Hidrográfica do Baixo Tietê.
Claro que a música foi desde o início a escolhida para conduzir o projeto que se iniciava, mas isso somente não bastava. Era necessário algo visualmente mais real, que conferisse ao projeto a dinâmica necessária para atrair a atenção das crianças. O teatro...sim com o teatro a dinâmica estaria assegurada.
Então vamos chamar o pessoal do teatro, oras.